Dilma Presidenta - Em nome da verdade

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Até o dia da eleição, vai chover canivete em cima do governo

"Tira a roupa do varal que vai cair temporal", dizia o samba cantado pelo mestre Marçal.

As pesquisas que já dão Dilma Rousseff na frente de José Serra devem servir de alerta nas trincheiras do governo.

Vem chumbo grosso por aí.

Os jornais e a TV que tem nome de biscoito, que sempre foram subservientes à ditadura militar, vão queimar todos os seus cartuchos até o dia da eleição presidencial, posando de imprensa crítica e independente (na democracia é fácil...). Vão tentar mais uma meia dúzia de escândalos pré-fabricados para ver se recolocam seus velhos amigos no poder. Lembra do sequestrador do Abílio Diniz sendo apresentado à imprensa com a camisa do PT?

Onde já se viu, gastar tanto dinheiro com pobre? Onde já se viu dar dinheiro para pobre comer? Onde já se viu dar bolsa de estudo em faculdade para filho de pobre? Filho de pobre é para lavar banheiro, para varrer a rua, até para assaltar, mas nunca para ser engenheiro, médico, advogado. Isso, rumina a elite mais egoísta do mundo, é para os nossos filhos, não para os filhos dos pobres.

Mais telefones serão grampeados, mais marolas vão ser transformadas em tsunamis nas páginas, porque o papel aceita tudo. Nas ilhas de edição, vão se forjar os maiores absurdos da manipulação de informação.

Ooooooh! A Dilma falsificou o currículo!

Ooooooh! A Dilma passou por uma charrete e não deu bom dia ao cavalo! Mal-educada, antipática!

Os articulistas mais bem pagos do país vão se esmerar ainda mais para justificar seus salários com textos cretinos contra o bolsa-família, contra o presidente sem diploma e contra sua candidata, a encarnação de satanás na Terra.

Os políticos da oposição também vão usar todos os seus recursos. Lembra do Caso Lubeca, "denunciado" pelo líder latifundiário Ronaldo Caiado antes da eleição de 1989?

Não lembra? Claro, era cascata.

Todo governo tem corruptos. O da China, o dos Estados Unidos, o da Austrália, o da Coréia do Norte, de Angola e da África do Sul. O que difere um governo do outro não é a honestidade ou a falta dela, porque seres humanos são altamente corruptíveis.

O que difere um governo do outro é como ele gasta seu dinheiro.

Onde já se viu mais quatro anos gastando bilhões com essa gente miserável das favelas e periferias? Onde já se viu levar água do Rio São Francisco para o sertão nordestino? Nordestino sempre bebeu água barrenta ou morreu de sede, para quê mudar isso agora, depois de 500 anos? Os recursos do tesouro, afinal, sempre foram para que as grandes corporações abrissem novos negócios sem mexer em seus próprios cofres.

E, para deixar o tempo ainda mais fechado para o lado do governo, agora o Lula conseguiu um acordo com o Irã e a Turquia considerado importante pela diplomacia mundial. Será que para ser secretário-geral da ONU é preciso ter o segundo grau completo?

Onde estão nossos catedráticos? Nossos poliglotas? Onde estão os catedráticos da Sorbone com seus bolsos cheios de MBAs? O torneiro mecânico nem inglês fala...

E a criação de empregos formais, que bateu novo recorde para o mês de abril e se aproxima do recorde histórico, atingido em julho de 2008? Claro, tudo feito pelo PSDB, herança tucana, não é mesmo?

Aham...

Não se iluda. O governo que tire a roupa do varal, porque vai cair temporal.

Antes que me acusem de fazer jornalismo partidário, lembro que isto aqui é um blog pessoal.

Ou você é daqueles que acreditam que jornalista não teve infância e não torce pra time nenhum?

Fonte: Blog Rio Acima

terça-feira, 11 de maio de 2010

Serra: vários pregos, sempre a mesma ferradura

Por Flávio Aguiar (*)

O incômodo de Serra com a entrevista de dois de seus agentes econômicos revelando como a coligação tuco-dema vai ferrar o Brasil, impondo-lhe uma recessão como a que o FMI e UE agora fazem cair sobre a Grécia é muito expressivo.

Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.

Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.

O candidato vai a Minas e desqualifica o Mercosul. Diante da grita dos nossos vizinhos, mais a que certamente ouviu de alguns empresários de seu apoio, apressa-se a correr para a Folha de S. Paulo para dizer que pretende “flexibilizar” o Mercosul para permitir mais acordos bilaterais. Quer dizer: diz e não diz, sofisma, tergiversa, quer convencer os ouvintes/leitores que vinho, vinagre, e ainda água e azeite são a mesma coisa.

Depois vai a um “programa policial” e anuncia que vai criar um Ministério da Segurança. A declaração – estapafúrdia em si – provoca mal-estar em suas hostes, pois vêm nisso um estado a inchar. Ele vai logo corrigindo, dizendo que em contrapartida vai fechar a Secretaria de Assuntos Estratégicos. Bom, há algum sentido nisso, porque para a visão tuco-dema o Brasil não precisa de uma SAE. Já temos o Departamento de Estado em Washington, o FMI, o Banco Mundial e os Chicago Boys para nos orientar, para que mais? Além disso, o que a coligação tuco-dema talvez queira fechar mesmo são as bocas dos ministros Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães.

Mas a única comparação numérica que se pode fazer entre as duas entidades citadas, uma projetada e a outra existente, é a da quantidade de letras que compõem os seus nomes. Agora já não se trata de introduzir um Cavalo de Tróia, mas um Elefante Branco. É algo como dizer: “eu vou construir um novo edifício de dez pisos na Esplanada dos Ministérios, com trinta escritórios por andar, mais o bar, o restaurante, o cafezinho, a segurança, e ainda o anexo que sem dúvida virá depois, criando uma certa confusão redundante com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Secretaria de Assuntos Penitenciários, talvez o Ministério da Defesa também. Em contrapartida, vou fechar esses três andares no Bloco O da mesma Esplanada, onde funciona a SAE, e redirecionar seus funcionários não sei bem para onde ainda, mas isso se arranjará”.

Quer dizer, sem plano consistente ou inconsistente que seja, a que se referir como horizonte ou moldura, a fala do candidato fica ao sabor da sua circunstância. Está certo que Ortega y Gasset nos disse que “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas nos disse também que “o que não é destino é frivolidade”. Sem destino manifesto, a fala do candidato fica dispersa em sua circunstância, como a biruta dos aeroportos, ao sabor dos ventos. E quem nasceu para biruta de aeroporto jamais chegará a galo de campanário.

(*) Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.

GENTE QUE MENTE I: O que pensa Serra? Cada dia uma novidade...

Por Marcela Rocha
Direto de São Paulo

O pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, deu um passo atrás em suas criticas à condução econômica promovida pelo Banco Central (BC) na tarde desta segunda-feira (10), durante evento promovido pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), em São Paulo, e ressaltou a importância da independência da instituição. O tucano, no entanto, voltou a centrar fogo na taxa básica de juro brasileira, que segundo ele, permanece entre as mais altas do mundo.

"Quem escolhe o presidente do Banco Central é o presidente da República. Se for para eu escolher alguém, tem que ser com razoável proximidade. O BC deve ter autonomia no seu trabalho dentro dos parâmetros da estabilidade econômica", disse o ex-governador. Mesmo amenizando suas críticas à instituição, Serra disparou: "entra governo e sai governo e a taxa de juros brasileira continua entre as maiores do mundo".

O pré-candidato também fez questão de mostrar que não pretende alterar totalmente os rumos tomados pelo Banco Central. "O BC trabalhou direito e agora precisa de acompanhamento. Os cargos são de confiança, isso pressupõe, diálogo permanente. Faremos uma gestão eficiente e voltada para os interesses nacionais. Não é preciso sobressaltos. Não vou virar essa mesa (economia) que ajudei a construir".

Após se desentender com a jornalista Miriam Leitão durante entrevista à rádio CBN na manhã desta segunda, Serra rasgou elogios a ela, dizendo que acompanha sua coluna todos os dias e que a considera uma das melhores articulistas de economia nacional e internacional.

O pré-candidato tucano afirmou que é preciso ter visão do País como um todo e se classificou como um dos que mais entendem sobre a questão tributária brasileira. "Aqui em São Paulo fizemos a substituição tributária para diminuir a margem do comércio paralelo e criamos também a Nota Fiscal Paulista", afirmou.

Serra citou os empresários que mantém empregos e riquezas como aliados do governo, que se preocupa com a população. "Precisamos da iniciativa privada para oferecer oportunidade e futuro", disse, lembrando que se direcionava aos empresários de pequeno, médio e grande porte.

O ex-governador de São Paulo também voltou a evocar seu slogan de campanha, dessa vez com uma nova alteração, e encerrou sua fala no evento com a frase: "O povo pode mais".

Em sua passagem pela feira organizada pela Apas, no Expo Center Norte, o tucano passou por estandes que expunham queijo, café e cachaça, a qual o tucano não degustou.

domingo, 9 de maio de 2010

Para revista francesa, Brasil é "o novo eldorado"

Capa da revista le point
lepoint.fr
Kênya Zanatta

A revista semanal Le Point, uma das mais vendidas da França, publica nesta quinta-feira 21 páginas de reportagens sobre o Brasil. Na capa da revista, o país é chamado de "o novo eldorado". Já o primeiro texto, com o título "O Brasil alça voo", fala de um país "furiosamente otimista e descomplexado".

Os autores traçam um perfil do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destacando seu índice de popularidade de 83% e afirmando que graças a ele, o Brasil ganhou mais peso na cena internacional.

Le Point ressalta que é o presidente Lula quem defende desde o início a compra dos caças franceses Rafale, que segundo a revista deve ser confirmada em breve. Mas lembra que o país continua sofrendo com a violência urbana e a corrupção endêmica, e que reformas essenciais, como a do sistema político, da educação e da saúde, ainda devem ser feitas.

O especial sobre o Brasil traz ainda um texto explicando aos franceses o que é o racismo cordial, um perfil do empresário Eike Batista e reportagens sobre os bancos que chegam até a população da Amazônia e sobre a vida na favela do morro Santa Marta, no Rio de Janeiro.

A revista semanal também entrevistou o cineasta Jonathan Nossiter, autor do célébre documentário Mondovino, e que vive no Brasil há cinco anos e acaba de concluir o filme "Rio Sex Comedy", uma comédia que mistura ficção e documentário sobre o país.

"O Brasil é um campo de fantasias", disse o cineasta em entrevista à Le Point.

Fonte: RFI Português

Seu Serra

Fonte: Conversa Afiada

Do Jornal A União vinculado à página do Governo da Paraíba:

Por Sitônio Pinto(*) - 25 de março de 2010

O Conselho Federal de Economia nunca se manifestou sobre o pedido de interpelação judicial e o conseqüente enquadramento do candidato José Serra no Art. 47 do Dec. Lei. 3.688/41, feito pelo Conselho Regional de Economia da Paraíba e endossado pelos Conselhos Regionais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Piauí, Alagoas, Maranhão, Rondônia e Tocantins, e por dois membros do Conselho Federal de Economia. O pedido teve por motivo o uso indevido da qualificação de economista pelo candidato Serra, que não tem bacharelado em economia nem é registrado em qualquer Conselho Regional de nenhum estado brasileiro. O procedimento do candidato caracteriza falsidade ideológica e charlatanismo, em prejuízo dos que exercem legalmente a profissão.

O Corecon-PB fez a sua parte, denunciando a irregularidade e pedindo providências à entidade competente, - no caso o Conselho Federal de Economia, parte legítima para uma iniciativa jurídica, pois congrega todos os Corecons do Brasil, onde, hipoteticamente, Serra deveria estar inscrito como economista.

Por coincidência, logo após a denúncia do Corecon-PB, seu presidente, economista Edivaldo Teixeira de Carvalho, teve sua residência invadida por três homens armados que lhe roubaram um automóvel e outros objetos de valor. A violência não parou aí. Telefonemas ameaçadores foram transmitidos à casa de Edivaldo, com a recomendação de que ele ficasse quieto. Sua casa foi rondada por automóveis em atitude suspeita.

É de estranhar também a omissão do Confea, entidade que reúne os Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura (Crea), que até agora não se manifestou sobre o uso do título de engenheiro pelo candidato José Serra. Nenhum dos Creas também se pronunciou sobre o assunto. Enquanto o silêncio das entidades permanece, Serra continua apresentando-se à população brasileira como engenheiro, no seu marketing político, da forma que se pode ver no último exemplar da revista Istoé, nº 1721, de 4/9/2002, página 53, na matéria O homem segunda-feira, linhas 10 e 11, onde a reportagem diz que Serra é engenheiro e economista.

É inexplicável silêncio dos Creas e da Confea. Deveriam e poderiam mirar-se na atitude zelosa do Corecon-PB, e, na defesa das profissões que representam, protestar contra o emprego enganoso e politiqueiro da falsa titularidade arrotada pelo candidato Serra, que não tem título de bacharelado em nenhuma ciência, mesmo as ocultas.

(*) Sitônio Pinto é Jornalista, escritor, publicitário, Membro do IHGP, da academia paraibana de letras e da academia de letras e artes do nordeste

sábado, 8 de maio de 2010

Jornalista dará nome ao Centro de Estudos da Mídia Alternativa “Barão de Itararé”

Venha debater com o Barão de Itararé

Jornalista dará nome ao Centro de Estudos da Mídia Alternativa “Barão de Itararé”, que reunirá em seu conselho jornalistas progressistas e lutadores sociais

Por: Altamiro Borges (*), em seu blog

No dia 14 de maio, às 19 horas, no auditório do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo (Rua Genebra, 25, próximo à Câmara Municipal de São Paulo), ocorrerá o lançamento do Centro de Estudos da Mídia Alternativa “Barão de Itararé”. A nova entidade, que reúne em seu conselho jornalistas progressistas e lutadores sociais, tem como objetivos principais contribuir na luta pela democratização da comunicação, fortalecer a mídia alternativa e comunitária, promover estudos sobre a estratégica frente midiática e investir na formação dos novos comunicadores.

Uma justa homenagem

O nome “Barão de Itararé” é uma justa homenagem ao jornalista Aparício Torelli (1895-1971 ), considerado um dos criadores da imprensa alternativa no país e o “pai do humorismo brasileiro”, segundo a biografia elaborada pelo filósofo Leandro Konder. Criador dos jornais “A Manha” e “Almanhaque”, ele ironizou as elites, criticou a exploração e enfrentou os governos autoritários. Preso várias vezes, nunca perdeu o seu humor. Itararé é o nome da batalha que não houve entre a oligarquia cafeeira e as forças vitoriosas da Revolução de 1930.

Frasista genial, ele cunhou várias pérolas. Cansado de apanhar da polícia secreta do Estado Novo, colocou na porta do seu escritório uma placa com a hoje famosa frase “entre sem bater”. Político sagaz, ele percebeu a guinada nacionalista de Getúlio Vargas e respondeu aos críticos udenistas: “Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar”. Militante do Partido Comunista do Brasil (PCB), Aparício foi eleito vereador pelo Rio de Janeiro em 1946 com o lema “mais leite, mais água e menos água no leite” – denunciando fraudes da indústria leiteira.

Crítico ácido dos jornais golpistas

Seu mandato foi combativo e irreverente. Segundo o então senador Luiz Carlos Prestes, “o Barão não só fez a Câmara rir, como as lavadeiras e os trabalhadores. As favelas suspendiam as novelas para ouvir as sessões que eram transmitidas pela rádio”. Teve o seu mandato cassado juntamente com a cassação do registro do PCB, em 1947, e declarou solenemente: “Saio da vida pública para entrar na privada”. Seu jornal, A Manha, foi novamente empastelado e, com dificuldades financeiras, ele escreveu: “Devo tanto que, se eu chamar alguém de ‘meu bem’, o banco toma”. Passou a colaborar com o jornal getulista A Última Hora e lançou ainda mais dois Almanhaque.

Diante da grave crise política que resultou no suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, afirmou: “Há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira”. Barão de Itararé denunciou as manipulações da imprensa, foi um crítico ácido dos jornais golpistas de Assis Chateaubriand e Carlos Lacerda e um entusiasta do jornalismo alternativo. Após o golpe militar de 1964, ele passou por inúmeras privações. Faleceu em 27 de novembro de 1971. Em sua lápide poderia estar inscrita uma de suas frases prediletas. “Nunca desista de seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra”.

Entidade ampla e plural

A criação da nova entidade, que atuará em parceria com várias outras que já priorizam a luta pela democratização da comunicação, empolgou jornalistas e lutadores sociais. Entre outros, integram seu conselho os jornalistas Luis Nassif, Leandro Fortes, Luiz Carlos Azenha, Maria Inês Nassif, Rodrigo Vianna, Beto Almeida, Gilberto Maringoni; os professores Venício A. de Lima, Marcos Dantas, Dênis de Moraes, Laurindo Lalo Leal Filho, Gilson Caroni, Igor Fuser, Sérgio Amadeu.

Visando a fortalecer a mídia alternativa já existente, também participam os responsáveis de vários veículos progressistas – Breno Altman (Opera Mundi), Carlos Lopes (Hora do Povo), Ermanno Allegri (Adital), Wagner Nabuco (Caros Amigos), Joaquim Palhares (Carta Maior), Eduardo Guimarães (Cidadania), Renato Rovai (Fórum), Nilton Viana (Brasil de Fato), Paulo Salvador (Revista do Brasil), Oswaldo Colibri (Rádio Brasil Atual), José Reinaldo Carvalho (Vermelho).

O conselho reúne ainda lideranças dos movimentos sociais, dirigentes de entidades vinculadas à comunicação pública e comunitária – Edivaldo Farias (Abccom), Regina Lima (Abepec), José Sóter (Abraço), Orlando Guilhon (Arpub) – e integrantes de instituições engajadas na luta pela democratização da mídia – João Brant (Intervozes), João Franzin (Agência Sindical), Sér gio Gomes (Oboré), Vito Giannotti (NPC), Rita Freire (Ciranda).

Seminário “A mídia e as eleições de 2010″

O lançamento do Centro de Estudos da Mídia Alternativa “Barão de Itararé” se dará durante a realização do seminário nacional “A mídia e as eleições de 2010″. As inscrições para o evento se encerram em 12 de maio e custam R$ 20,00. As vagas são limitadas. Os interessados devem entrar em contato com Danielli Penha pelo telefone (11) 3054-1829 ou pelo endereço eletrônico britarare@gmail.com.

Abaixo a programação:

  • Dia 14 de maio, sexta-feira, às 18h30

A cobertura jornalística da sucessão presidencial
- Maria Inês Nassif – Jornal Valor Econômico;
- Leandro Fortes – Revista Carta Capital;
- Paulo Henrique Amorim – Sítio Conversa Afiada;
- Altamiro Borges – Portal Vermelho;

  • Dia 14 de maio, sexta-feira, às 21 horas.

Coquetel de lançamento do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
Local: Auditório do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo (Rua Genebra, 25)

  • Dia 15 de maio, sábado, 9 horas:

Plataforma democrática para a comunicação.
- Marcos Dantas – professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro;
- Luiza Erundina – deputada federal do PSB-SP;
- Manuela D’Ávila – deputada federal do PCdoB-RS;
- Igor Felippe – assessoria de imprensa do MST;

  • Dia 15 de maio, 14 horas:

Políticas públicas para democratização da comunicação.
- Ottoni Fernandes – secretário executivo da Secom;
- Regina Lima (Abepec) – presidente da Abepec;
- Jandira Feghali – ex-secretária de Cultura do Rio de Janeiro;
- José Soter (Abraço) – coordenador nacional da Abraço.

  • Dia 15 de maio, 17 horas:

Lançamento do livro “Vozes em cena – Análise das estratégias discursivas da mídia sobre os escândalos políticos”, de Regina Lima.
-Local: Salão nobre da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Maria Paula).

(*) Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB – Partido Comunista do Brasil